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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aluno do MIT desenvolve algoritmo que prevê assuntos populares no Twitter

A descoberta do professor Devavrat Shah e do estudante Stanislav Nikolov pode ser de relevância para o Twitter, que pode explorar possibilidades comerciais a partir da antecipação de assuntos populares, como a venda de anúncios relacionados a temas que entrarão para a lista dos mais comentados do momento. O algoritmo também representa uma nova abordagem em análises estatística já que, em teoria, pode ser aplicado a qualquer número que varie ao longo do tempo como a duração de uma viagem, a venda de ingressos para o cinema e provavelmente até preços de ações na bolsa. 

Como todo algoritmo, o desenvolvido por Shah e Nikolov precisa ser treinado, o que significa especificar determinados padrões a serem considerados. "É um modelo muito simplista", define o professor, explicando que eles buscam treinar o algoritmo com base em dados para identificar um grande "salto", de popularidade no caso dos tweets, e acompanhar como esse grande salto acontece. O problema, segundo Shah, é que "há mil coisas que poderiam acontecer", portanto, ele e o aluno têm deixado que "os dados decidam".
Em seus experimentos, a dupla montou um treinamento do algoritmo definindo 200 assuntos no Twitter que mostravam popularidade e outros 200 que não. Em tempo real, o sistema mostrou 95% de acertos em relação às publicações. Mas Shah diz que a precisão do sistema deve melhorar conforme se aumentem as especificações de treinamento do algoritmo quanto à quantidade de dados a serem considerados, o que significa necessidade de mais recursos de computação.

sábado, 3 de novembro de 2012

JoVE: Uma Revista em Vídeos de Experimentos Científicos


Na área cientifica existe um sistema de vídeos chamado de JoVe que é a sigla para Jornal de experimento visuais. 

O JoVe foi lançado em 2007 e vem crescendo desde então. Sua proposta é apresentar dicas de experimentos científicos de forma visual, ou seja, em vídeos.

Os autores dos estudos enviam o artigo com um vídeo em anexo, quando os editores científicos da revista aprovam o artigo, uma equipe de escritores que trabalham para o projeto ajuda os cientistas a traçar um roteiro de gravação para suas animações, gráficos, conteúdo e finalmente é filmado para ser publicado no site da revista.

O conteúdo fica então disponível para o acesso da comunidade cientifica. Acesse o JoVe em: http://www.jove.com/

Fonte: JoVe

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Caneta com tinta condutora


Engenheiros da Universidade de Ilinois desenvolveram uma caneta esferográfica com tinta a base de prata, capaz de desenhar trilhas condutivas sobre um papel, madeira ou outras superfícies.

Liderado pela profa. de Engenharia e Ciência dos Materiais, Lennifer Lewis, e a profa. de Engenharia Elétrica e da Computação e Jennifer Bernhard, o trabalho foi publicado no Advanced Materials journal.

Segundo Lewis, a esferográfica condutiva permitirá a produção de circuitos elétricos "instantaneamente". 

Assemelhando-se a uma caneta esferográfica de cor prateada, esta caneta possui carga de tinta composta de uma solução de prata verdadeira. Após a escrita, o líquido da tinta seca, deixando os traçados condutivos: os fios montados sobre papel. A tinta mantém a condutividade após o papel ser dobrado, permitindo circuitos com uma grande flexibilidade e conformabilidade. 


Tinta Condutiva
A "caneta condutiva" é uma caneta comum, de esfera, preenchida com uma tinta condutiva que a equipe vem desenvolvendo há anos.
A tinta condutora é feita a partir de nanopartículas de prata, produzidas em solução através da redução do nitrato de prata. O poli-ácido acrílico é usado para evitar que as nanopartículas fiquem muito grandes.
Os pesquisadores então removem o ácido e ajustam a viscosidade da tinta adicionando hidroxietilcelulose. Depois, é só colocá-la no depósito de tinta da caneta.
Caneta eletrônica desenha circuitos eletrônicos flexíveis à mão
O mesmo princípio da caneta à mão livre foi usado para desenhar antenas funcionais. [Imagem: Jennifer Lewis Group]
O grupo testou sua tinta e sua caneta conectando LEDs em uma pintura sobre tecido e construindo antenas totalmente funcionais para equipamentos de radiofrequência, como as usadas em dispositivos wireless.
A caneta condutiva escreve sobre vários tipos de material, incluindo papel, plástico, madeira, cerâmica e tecido.
Microflexíveis
Os circuitos escritos sobre papel continuaram funcionais mesmo depois de o papel ser flexionado centenas de vezes.
Dependendo do material onde o componente é impresso pode ser necessário acrescentar cola para garantir a firmeza da fiação escrita com a caneta.
A seguir, a equipe planeja desenvolver novas tintas para permitir que a impressão de circuitos elétricos e eletrônicos possa incluir outros materiais condutores de elétrons e de íons.
O grupo da Dra. Lewis já desenvolveu várias tecnologias nesta área, incluindo canais tridimensionais que imitam o sistema vascular, um sistema que fabrica peças tridimensionais microscópicas e células solares tridimensionais usando uma técnica de nano-origami.
Veja mais em: Ilinois
Pen-on-Paper Flexible Electronics
Analisa Russo, Bok Yeop Ahn, Jacob J. Adams, Eric B. Duoss, Jennifer T. Bernhard, Jennifer A. Lewis
Advanced Materials
20 JUN 2011
Vol.: Early View
DOI: 10.1002/adma.201101328

Conformal Printing of Electrically Small Antennas on Three-Dimensional Surfaces
Jacob J. Adams, Eric B. Duoss, Thomas F. Malkowski, Michael J. Motala, Bok Yeop Ahn, Ralph G. Nuzzo, Jennifer T. Bernhard, Jennifer A. Lewis
Advanced Materials
Vol.: 23, Issue 11, Pages: 1335-1340
DOI: 10.1002/adma.201003734


terça-feira, 16 de outubro de 2012

MIT: Lápis para desenhar circuitos eletrônicos funcionais


O MIT (Instituto Tecnológico de Massachussets) desenvolveu um tipo de lápis que pode ser usado para, literalmente, desenhar circuitos eletrônicos. Com a mina feita de grafeno, o lápis permite que terminais metálicos sejam ligados num circuito por nano partículas de grafeno, que podem servir como condutoras de energia. Nesse sentido, o lápis do MIT permite que você desenhe resistores.



Em um lápis normal a mina é feita de grafite. De maneira bem básica, o grafite nada mais é do que um composto obtido com a sobreposição de diversas camadas de grafeno. O lápis do MIT é feito com grafeno e a grande diferença da mina deste lápis para o grafite comum é a de que, neste caso, o grafeno está concentrado em um único nanotubo. Comprimido dessa forma, o grafeno acaba se comportando de maneira bem similar ao grafite. A única diferença é que, nesse caso, ele tem propriedades condutivas de energia.
Essa particularidade do “grafite” feito com um único nanotubo de carbono permite que, quando você faça um risco numa superfície, esteja, na verdade, traçando um circuito eletrônico, como um filamento de cobre no PCB de uma placa. O risco será composto de um único filamento de nanotubos de carbono.
O grafeno é altamente condutivo. Mas com a adição de algumas substâncias, como a amônia, o material tende a sofrer alterações dramáticas no seu comportamento quando submetido a uma corrente elétrica. Com amônia, o grafeno para de conduzir energia, o que aumenta a sua resistência, fazendo do nanotubo um resistor comum.
Há alguns anos, grafeno vem sendo usado dentro de circuitos eletrônicos, mas pela primeira vez se vislumbra uma realidade onde nanotubos do material podem ser facilmente aplicados e produzidos. Até aqui, seu uso ou era proibitivo do ponto de vista financeiro, ou simplesmente redundava em enormes riscos, dada a necessidade de se dissolver o material em químicos pesados. O lápis de grafeno do MIT abre a perspectiva de uso simplificado, sem riscos e muito mais barato da tecnologia.
Fonte: Extreme Tech


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Grafeno: proteção anticorrosão em 100 vezes


Pesquisadores já haviam descoberto que o grafeno deixa o aço praticamente à prova de corrosão. Mas, para justificar seu apelido de "material maravilha", o grafeno parece ter sempre algumas surpresas reservadas.
A nova descoberta foi feita pelos mesmos pesquisadores que já haviam desenvolvido a técnica para usar camadas de grafeno para proteger o aço mergulhado em uma solução de salmoura. Agora eles verificaram que o revestimento pode ser transparente, não afetando a aparência da peça metálica.
Isso permitirá a proteção não apenas do aço, mas também de outros metais usados em funções estruturais e na arquitetura, como o cobre e a prata, por exemplo. Mais do que isso, o revestimento transparente de grafeno mostrou-se 100 vezes mais resistente à corrosão, batendo de longe os melhores revestimentos disponíveis hoje.
Preparação para a indústria
Singh Raman e seus colegas da Universidades Monash, na Austrália, fizeram os testes usando cobre, mas relataram que já estão fazendo experimentos com outros metais.
A equipe aplicou uma finíssima camada de grafeno - com poucos átomos de espessura, para garantir a transparência - sobre a superfície de cobre, usando uma técnica chamada deposição de vapor químico.
As amostras foram testadas em uma solução de salmoura, que é extremamente corrosiva. Os resultados foram 100 vezes superiores ao metal sem proteção, e cerca de 20 vezes melhores do que outros revestimentos já relatados em pesquisas.
O processo ainda está em escala de laboratório, mas os cientistas afirmam que, além de estudar outros metais, estão trabalhando em técnicas de aplicação do revestimento em baixas temperaturas, que possam ser adequadas técnica e economicamente para a indústria.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Radar de precisão para uso na indústria


Um grupo de físicos do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, mostrou que o radar pode ser uma ferramenta imbatível nos laboratórios e nas fábricas.
A determinação precisa de distâncias é cada vez mais importante nos mais diversos processos industriais, seja para controlar robôs ou tornos de precisão, seja para produzir componentes ultraminiaturizados, como os MEMS.
 
Sistemas de medição
O mais comum nesses casos tem sido utilizar réguas de vidro, sensores indutivos ou sistemas de medição a laser. As réguas de vidro têm boa precisão, alcançando uma resolução na faixa dos micrômetros - mas são rígidas e caras demais para uso diário.
 
Os sensores indutivos medem as distâncias usando um campo magnético, trabalhando sem contato, o que elimina o desgaste, mas são lentos, não conseguindo fazer muitas medições em sequência. Os lasers também fazem medições muito precisas, mas não são muito adequados para ambientes industriais, onde poeira, umidade e variações de luminosidade podem impedir as medições ou restringir sua qualidade.
 
Um radar pode funcionar em qualquer situação, mesmo em meio à poeira e neblina. Mas, como são usados sobretudo para monitoramento do clima e da qualidade do ar, ou para localizar aviões, nunca ninguém deu muita importância à sua precisão.
 
Radar para medição
O professor Nils Pohl e seus colegas desenvolveram agora um sistema de radar de alta precisão, tendo em vista o campo específico da metrologia como alvo de aplicação.
 
O radar metrológico bateu todos os recordes, medindo distâncias com uma precisão de um micrômetro, ou um milionésimo de metro - um fio de cabelo humano tem entre 40 e 60 micrômetros de diâmetro.
 
Em comparação com os sistemas de medição a laser, o radar de precisão não é apenas barato, como tem a vantagem de medir posições absolutas.
 
Além disso, a precisão foi aferida em medições feitas no espaço livre, de objetos com vários metros de extensão, o que mostra que a técnica não apenas supera largamente o laser, como é adequada para aplicações industriais.
 
Segundo os pesquisadores, quando o sistema de medição por radar chegar pela primeira vez às fábricas, ele já deverá ter uma precisão ainda maior, porque eles continuam trabalhando nesse sentido.

Fonte: CIMM

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Levitação Acústica

Cientistas do Argonne Laboratory descobriram um meio de usar ondas sonoras para levitar gotas individuais de diferentes soluções farmacêuticas. Enquanto a conexão entre levitação e desenvolvimento de novas drogas não são tão aparentes, uma relação especial emerge em nível molecular

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cientistas criam material de carbono tão resistente quanto o diamante


Cientistas americanos, liderada por Lin Yang, produziram um material de carbono super-resistente tão forte quanto o diamante. O estudo foi publicado na revista Science no último dia 17.
Os estudos começaram com o chamado carbono-60, que é composto por átomos com alto grau de organização. Em seguida, os cientistas adicionaram um solvente orgânico de xileno entre os átomos dessa substância, verificando como o material reagia. Depois, os cientistas submeteram esta “mistura” a pressões relativamente baixas. Nessas condições, a estrutura do carbono-60 permaneceu inalterada, mas à medida que os pesquisadores aumentaram a pressão ela se modificou.
 
Desta forma, os cientistas descobriram que era possível reorganizar a estrutura dos átomos do carbono. Para tal, eles aumentaram a pressão exercida sobre o material, a níveis muito maiores que a da atmosfera. A presença do solvente foi fundamental, uma vez que na ausência deste, as propriedades desaparecem.
 
Assim, foi produzido um novo material de carbono, com sua estrutura carbônica cristalina e desordenada. Esse material até então, só existia em teorias. "Criamos um novo tipo de material de carbono, comparável ao diamante em termos de resistência mecânica", diz Lin Wang. O cientista explica que após criado sob pressões extremas, este material pode permanecer inalterado em condições normais. 
 
Lin Wang afirma que este novo material de carbono poderá ser usado em diversas áreas, como em mecânica, eletrônica e na indústria em geral.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

SanDisk lança SSD Extreme de alto desempenho


A SanDisk Corporation, líder mundial em soluções de armazenamento em memória flash, anunciou o lançamento de um drive de estado sólido (SSD) de alto desempenho para a linha de varejo. O SanDisk SSD Extreme® é até 10 vezes mais rápido do que um disco rígido de 7,200 RPM1, o que permite aos usuários inicializarem e desligarem os sistemas de seus computadores de forma muito mais rápida, iniciar aplicativos instantaneamente e reduzir os tempos de espera. O drive oferece ainda durabilidade e eficiência superiores no consumo de energia, para proporcionar uma experiência confiável e segura e aumentar a vida útil da bateria.

Desempenho do SSD Extreme
O SanDisk SSD Extreme é capaz de iniciar um computador em menos de 16 segundos e desligar o sistema rapidamente, para oferecer uma experiência significativamente superior para os usuários de desktop e notebook. Para usuários de games, o SanDisk Extreme pode lançar aplicativos em uma fração de tempo e reduzir a espera, por gerar ambientes mais rapidamente durante as transições. Esta é uma funcionalidade muito importante em jogos online RPG com jogadores múltiplos (MMORPGs).

O SanDisk SSD Extreme proporciona uma gravação máxima aleatória de 83.000 - Entrada-Saída-Operações por Segundo (IOPS) - e uma leitura máxima aleatória2 de até 44.000 IOPS. O alto desempenho da leitura seqüencial3, que alcança até 550 megabytes por segundo (MB/s), aliada à velocidade da leitura de gravação sequencial, que alcança até 520 MB/s, oferecem uma experiência mais rápida e ágil para os usuários. 

Confiabilidade do Extreme
O SanDisk SSD Extreme é mais confiável e durável do que um disco rígido e vem com a garantia de qualidade da SanDisk. A unidade não contém peças móveis, o que diminui o risco de perda de dados devido ao choque e vibração, e seu tempo médio entre falhas (MTBF)4 supera em muito o de unidades de disco rígido, para oferecer aos usuários a tranquilidade e certeza de que os seus arquivos serão mantidos seguros a longo prazo.

Benefícios Adicionais
O SanDisk SSD Extreme consome 30% menos energia do que um disco rígido e, ao mesmo tempo, gera menos calor e ruído, o que o torna a solução ideal para usuários de notebook que querem maximizar a vida útil da sua bateria. A unidade oferece ainda economia de custos para departamentos de TI e que usuários prolonguem a vida útil dos seus computadores sem ter que comprar um sistema novo. O drive é fácil de instalar — basta conectá-lo a uma entrada SATA.
  
Preço e Disponibilidade
O SanDisk SSD Extreme está disponível em todo o mundo nas versões de 120 gigabytes (GB)5 e 240 GB, com preços sugeridos a partir de R$ 799,90 no mercado brasileiro. Uma versão de 480 GB será lançada ainda este ano.

Drives de Estado Sólido da SanDisk
A SanDisk também anunciou o lançamento do SanDisk X100 SSD, que oferece o máximo em desempenho e capacidade de armazenamento para os fabricantes de desktops e notebooks.

A SanDisk oferece um portfólio completo de produtos para fabricantes de equipamentos originais (OEM), canais corporativos e de varejo, com a garantia de mais de 20 anos de inovação em memória flash e dos benefícios da integração vertical. Os produtos OEM também incluem o SSD U100, com desempenho econômico e formas customizáveis, e o SanDisk®  iSSD™, que incorpora um micro SATA SSD. Todos os modelos podem ser utilizados tanto como dispositivos de armazenamento independentes quanto como solução em cache em uma configuração de disco duplo. 


A SanDisk é uma empresa sediada no Vale do Silício e faz parte do S&P 500 e da Fortune 500, com mais da metade de suas vendas realizadas fora dos Estados Unidos. 
Para mais informações, visite www.sandisk.com.

Um microcontrolador de 8 bits integrado com um transmissor RF num único chip


O novo microcontrolador PIC12LF1840T48A, de 8 bits, da Microchip fornece uma solução simples para desenvolver projetos sem fios de baixa potência. A combinação de uma tensão de alimentação extremamente baixa com um encapsulamento compacto TSSOP de 14 pinos, torna o PIC12LF1840T48A indicado para desenvolver aplicações sem fios de baixo custo, e com um consumo extremamente baixo, tais como acesso remoto sem chave, sistemas de segurança e monitoração remota.

O primeiro numa família de dispositivos de chip único para aplicações sem fios, o microcontrolador PIC12LF1840T48A combina a tecnologia de economia de energia no Watt XLP com um transmissor RF a 418/434/868 MHz.

O PIC12LF1840T48A maximiza a carga da bateria com uma tensão de alimentação de 1,8 V, e com um consumo de corrente extremamente baixo no modo de adormecimento. A excelente integração com o transmissor fornece-lhe uma função de despertar rápida e permite-lhe utilizar totalmente o funcionamento do núcleo MIPS de 8 bits.

Os projetistas podem adicionar a tecnologia de saltos de código, proprietária da Microchip, sem direitos de autor, KEELOQ: uma tecnologia comprovada pela indústria e utilizada em todo o mundo pelos fabricantes, para fornecer segurança adicional às suas aplicações. O tamanho relativamente pequeno do código é altamente configurável e pode ser facilmente escalado para fornecer soluções seguras a vários mercados.

Estão disponíveis as seguintes ferramentas de desenvolvimento: Programador Universal MPLAB PM3 (DV007004), Depurador In-Circuit MPLAB ICD 3 (DV164035), KIT MPLAB REAL ICETM PROBE (DV244005), Depurador In-Circuit PICkit 3 (PG164130).


Mais informações:

    quarta-feira, 14 de março de 2012

    Robôs autônomos aéreos: Na palma da mão!

    sábado, 18 de fevereiro de 2012

    Laboratório de Garagem: Vídeos diversos.

    Clique nos links dos vídeos:

    <Bateria de Garagem>  <Bootloader via XBee>  <Instalando Linux em Roteador>  <Arduino Escrevendo em TV P/B>  <Usando i2c com Arduino>  <Medidor de vazão de água com Arduino>  <Agitador Magnético de Garagem>  <Gramofone com HD velho>

    sábado, 21 de janeiro de 2012

    Raspberry: Computador baseado em ARM de baixo custo.


    Raspberry Pi, o computador baseado no ARM de baixo custo (US$ 25), teve sua produção iniciada, segundo anunciou a fabricante. A expectativa agora é que as primeiras unidades comecem a ser entregues no fim de janeiro.



    A produção do Raspberry está sendo feita, a princípio, em Taiwan e na China, pois, o tempo de fabricação na Ásia é consideravelmente inferior e permite a entrega das primeiras unidades agora no fim de janeiro, enquanto a produção no Reino Unido só permitiria que os primeiros computadores ficassem prontos em março. Para os próximos lotes a fundação está estudando meios de transferir parte da produção para o território britânico.

    O computador, que tem as dimensões de um cartão de crédito, um processador ARM de 700MHz e pode vir com 128MB ou 256MB de RAM (no segundo caso, o preço sobe para US$ 35). Pode ser conectado à internet através de um adaptador USB também roda Linux. O armazenamento de dados pode ser feito por cartões SD.

    A Raspberry Pi Foundation, responsável pelo desenvolvimento da máquina, espera que o computador seja adotado em países subdesenvolvidos, que os compraria em grandes lotes para distribuir em comunidades carentes. Por isso, é pouco provável que ele chegue às lojas para ser comprado pelo consumidor final.

    sexta-feira, 11 de novembro de 2011

    Microchip lança novos microcontroladores PIC de 8-bit


    A Microchip anuncia novos microcontroladores (MCUs) PIC de 8-bit em encapsulamentos de 6 a 20 pinos que integram lógica configurável e um elevado nível de integração de periféricos. Cada um dos MCUs PIC10F(LF)32x e PIC1xF(LF)150x integram novos periféricos, incluindo Células Lógicas Configuráveis (CLCs), Geradores de Formas de Onda Complementares (CWGs) e Osciladores de Controle Numérico (NCOs), introduzindo assim novas funcionalidades em MCUs com reduzido número de pinos. Estes MCUs de uso genérico expandem as possibilidades das famílias PIC10F, PIC12F e PIC16F e suportam novas aplicações com microcontroladores. Estes permitem criar projetos de eletrônica com mais funcionalidades, reduzindo a dimensão dos circuitos e reduzindo os custos e o consumo de corrente em aplicações típicas como pequenos eletrodomésticos, iluminação interior de automóveis, ferramentas domésticas, contadores e muitas outras aplicações.

    Os periféricos CLC nos MCUs PIC10F(LF)32x e PIC1xF(LF)150x MCUs permitem implementar software de controle com lógica combinada ou sequencial, o que permite aumentar a interligação de periféricos e entradas/saídas no chip, reduzindo assim o número de componentes externos necessários, poupando espaço de código e acrescentando funcionalidades. Os CWG funcionam com múltiplos periféricos gerando formas de ondas complementares para controle de ciclo útil e auto desativação, proporcionando assim maior eficiência de comutação. Adicionalmente, os periféricos NCO permitem controle de frequência linear e alta resolução, tal como se torna necessário para aplicações em reatores de iluminação, geradores de som e outros circuitos de controle oscilantes. Estes MCUs têm também um consumo reduzido, com correntes inferiores a 30 µA/MHz em modo ativo e menos de 20 nA em estado inativo, integrando igualmente um oscilador interno de 16 MHz, um Conversor Analógico-Digital (ADC) e até 4 periféricos PWM (Pulse-Width Modulation). Um módulo indicador de temperatura integrado permite também efetuar medições de temperatura a baixo custo.


    O desenvolvimento com estes microcontroladores é suportado pelo kit de desenvolvimento PICDEM Lab Development Kit (DM163045), com um preço de 134,99 dólares, o qual inclui já amostras tanto dos MCUs PIC10F322 como PIC16F1507. Adicionalmente, está disponível a Plataforma de Avaliação F1 (DM164130-1), com um preço de 39,99 dólares, para desenvolvimentos com MCUs PIC 8-bit com núcleos melhorados de gama média, incluindo a família PIC1xF(LF)150x. Está igualmente disponível a Ferramenta de configuração CLC gratuita que simplifica todo o processo de configuração do módulo lógico CLC, simulando a funcionalidade de registradores e lógica combinacional numa interface gráfica do usuário (GUI). Esta ferramenta pode ser baixada diretamente do site da Microchip em:  http://www.microchip.com/get/NWUN.

    Os novos MCUs são também compatíveis com as ferramentas de desenvolvimento standard da Microchip, incluindo o programador/depurador PICkit 3 e o ambiente de desenvolvimento MPLAB IDE, o emulador MPLAB REAL ICE In-Circuit Emulator, o depurador MPLAB ICD3 In-Circuit Debugger e os compiladores da Microchip e HI-TECH C. 


    Os MCUs PIC10F(LF)32x e PIC1xF(LF)150x estão disponíveis numa gama de encapsulamentos: SOT–23, PDIP, MSOP, TSSOP, DFN e QFN de 6- a 20-pinos.
    Mais informações

    quinta-feira, 10 de novembro de 2011

    Desenhos industriais em CAD feitos com os olhos


    Desenhos industriais em CAD feitos com os olhos
    Segundo seus criadores, a nova tecnologia de rastreamento dos olhos "quebra as 
    rígidas distinções entre o humano e a máquina". [Imagem: Design Vision/Site Inovação
    Tecnológica]

    Se você acha que o mouse, as interfaces hápticas (sensíveis ao tato) ou mesmo a velha linha de comando restringe sua criatividade ao fazer um projeto CAD, a solução acaba de chegar.
    Pesquisadores desenvolveram um sistema gratuito que permite que os projetos e desenhos industriais sejam feitos com os olhos.
    Limites à criatividade
    Os projetos auxiliados por computador, mais conhecidos como CAD (computer-aided design), vieram facilitar o trabalho dos desenhistas, aumentar sua produtividade e melhorar a qualidade dos projetos.
    É claro que os programas de computador têm suas limitações, que são impostas aos desenhistas, eventualmente limitando em alguma medida sua liberdade de trabalhar.
    E, em uma área cujo centro de atuação é a criatividade, o que um profissional menos quer é uma limitação à sua criatividade, por mais sutil que seja.
    Segundo seus criadores, a nova tecnologia de rastreamento dos olhos "quebra as rígidas distinções entre o humano e a máquina".
    Interface mais fluida
    "O sistema de rastreamento dos olhos identifica a parte do rascunho em que o usuário está se concentrando, tornando a interface homem-máquina mais fluida. O resultado é uma sinergia entre a ingenuidade humana e a tecnologia digital das máquinas," apregoa o professor Steve Garner, da Universidade Aberta (The Open University).
    Entusiasmos à parte, é fato que a criatividade sempre foi um elemento fundamental para o processo de design. E a nova interface representa um avanço real justamente na liberação da criatividade.
    "Nós queremos criar sistemas de desenho digital que sejam eles próprios projetados em resposta às necessidades de projetistas reais," completa Alison McKay, da Universidade de Leeds.
    Os pesquisadores afirmam que são saudosistas tentando voltar à época das pranchetas - mas não é porque a tecnologia digital é boa que ela não precise ser melhorada, afirmam.

    CAD com os olhos
    Em seu projeto Designing with Vision (projetando com a visão), os pesquisadores se concentraram no estágio inicial do processo de design, que envolve desenhar, visualizar, selecionar e manipular formas.
    Designers que trabalham com formas tendem a começar intuitivamente em determinadas áreas dos esboços, usando-as como ponto de partida.
    No entanto, este elemento de seleção subconsciente é difícil de replicar com o CAD, porque o pacote de software não é capaz de "ver" aquilo no que o projetista está prestando atenção.
    Para reverter este quadro, os pesquisadores adicionaram uma tecnologia de rastreamento ocular a um sistema CAD, dando à tecnologia digital uma maior fluidez na interface homem-máquina.
    O resultado é um sistema de desenho que pode identificar e selecionar formas automaticamente dentro de um esboço, de acordo com o olhar do designer, e sem perder nenhuma das ferramentas tradicionais do pacote de software.
    A primeira versão do sistema está sendo disponibilizada gratuitamente no site do projeto, no endereço http://design.open.ac.uk/DV/.

    quarta-feira, 19 de outubro de 2011

    Auire Prisma: Primeiro identificador de cores e dinheiro, 100% brasileiro

    A empresa social Auire Tecnologias Acessíveis apresenta neste vídeo, através de seu co-fundador Fernando de Oliveira Gil, uma invenção que vai ajudar em muito pessoas com deficiência visual: Um equipamento portátil que identifica cores e dinheiro. Sempre fico bastante satisfeito ao ver coisas deste tipo. Em ver que nós, brasileiros, somos capazes, competentes. Chega desta síndrome "vira-latas" que nos leva a acreditar que somente o que vem de fora é bom, é melhor. Por isso, divulgo este vídeo e também links deste projeto, como o da benfeitoria para aqueles que de alguma forma possa contribuir.



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