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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

DALI: Padrão para Controle Digital para Sistemas de Iluminação


DALI é um acrônimo de “Digital Addressable Lighting Interface”. Trata-se de um padrão internacional especificado pela norma IEC 60929 que independe dos fabricantes dos produtos, o que assegura a intercambialidade e a interoperabilidade de dispositivos “dimmerizáveis” de vários fabricantes. Isto dá aos projetistas, fabricantes de luminárias, construtores, instaladores e usuários finais a segurança de várias fontes de fornecimento. DALI é a maneira ideal e simplificada de comunicação digital ajustada às necessidades tecnológicas do lighting design contemporâneo. DALI é mais simples e mais barato do que sistemas convencionais de gerenciamento predial (BMS - Building Management System).


DALI é um protocolo dedicado puramente ao controle de iluminação, eficaz para a seleção de informações como, por exemplo, a situação de luminárias com defeito. O fluxo de informação do sistema DALI é bidirecional. A fiação do DALI é simples: consiste apenas em um cabo de dois fios simples entre as unidades no sistema. O número máximo dos endereços individuais disponíveis no padrão de DALI é 64, com corrente máxima da fonte indicada em cerca de 250 mA. Assim sendo, as unidades de controle usando o protocolo DALI devem ser usadas em um sistema, cujo tamanho estará limitado a 64 dispositivos endereçáveis ou à corrente total do sistema 250 mA (o valor que for alcançado primeiramente).



Leia mais em: O que é DALI?, por Wilson Teixeira *. Oferecimento de Lume Arquitetura.



 * formado em Engenharia Elétrica no início dos anos 70, é mestre em Arquitetura pela FAU/UFRJ, na área de Conforto Ambiental, e doutor em Engenharia de Produção pela COPPE/UFJR. No início dos anos 90, cursou a Escola Superior de Guerra, onde ficou por 13 anos como professor-adjunto da Divisão de Ciência e Tecnologia. Neste período, teve a oportunidade de estudar, com profundidade, a questão da capacitação tecnológica e da transferência de tecnologia, notadamente nos países em desenvolvimento. Foi nessa ocasião que forjou a expressão “o mundo para nós se comporta como um grande supermercado de oportunidades”, numa clara alusão à cornucópia de conhecimentos, em grande parte, decorrente do processo de globalização. Desde que abandonou os caminhos tradicionais da engenharia, vem atuando como consultor. Em 1997, expandiu suas atividades docentes, passando a integrar o seleto quadro de instrutores do NTT Treinamento Avançado. Em 2001, criou o primeiro curso de pós-graduação lato sensu (especialização) em Eficiência Energética em Edificações do País, na Universidade Veiga de Almeida.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

DMX512: Guia para Iniciantes - DMX Básico

Guia sobre o padrão DMX512 para comunicação entre dispositivos de iluminação, de autoria da Maxivolt Iluminação Profissional, sob a licença Creative Commons.



sábado, 15 de setembro de 2012

Apostila de Luminotécnica da UniCamp

Apostila utilizada pela UniCamp, elaborada pela prof. Jeanine Marchiori da Luz.





Luminotécnica e Lâmpadas Elétricas

Apostila utilizada pela Universidade Federal de Uberlândia, no curso de Engenharia Elétrica.




Sumário:

1. Introdução  3
 
2. Conceitos básicos de luminotécnica  3
2.1. Grandezas e conceitos  5
2.2. Características das lâmpadas e acessórios  8
2.3. Fatores de desempenho  11
 
3. Lâmpadas elétricas  14
3.1. Considerações gerias  14
3.2. Lâmpadas incandescentes  15
3.3. Lâmpadas à descarga  19
3.3.1. Lâmpadas à descarga de baixa pressão  20
3.3.2. Lâmpadas à descarga de ata pressão  23
 
4. Projeto de iluminação  28
4.1. Previsão de carga (NBR 5410)  29
4.2. Métodos de cálculo  30
4.2.1. Método dos lúmens  30
4.2.2. Método ponto à ponto  34
4.3. Exemplos de cálculo de iluminação  37
Exercícios Propostos  39
 
Anexo  41
Anexo I – NBR 5413:1992 - Iluminância de interiores  42
Anexo II – Tipos de luminárias e curvas CDL (LUMINE)  49
Anexo III – Eficiência aproximada de luminárias  51
Anexo IV – Tabela de eficiência do recinto  52
Anexo V – Tipo de luminária x Fator de depreciação  56
VI – Luminária Philips TCS 029  57
 
Referências bibliográficas  60

Manual Luminotécnico da OSRAM

Este manual introduz os conhecimentos básicos sobre luminotécnica. Apresenta e conceitua parâmetros diversos como Fluxo luminoso, Iluminância, Luminância, Intensidade Luminosa, e outros, como Cor, Temperatura de Cor. Também confere uma explicação sobre os passos básicos de um projeto de iluminação.




Parâmetros Luminotécnicos mais importantes

Fluxo luminoso: F
Refere-se à quantidade total de luz emitida por uma fonte. Unidade de medida: lúmen (lm).


Intensidade luminosa: I
Refere-se à intensidade do fluxo luminoso projetado em uma determinada direção. Unidade de medida:
candela (cd).

Intensidade luminosa I é a medida do fluxo luminoso F emitido em um determinado ângulo F



Iluminância: E
Refere-se ao fluxo luminoso que incide sobre uma superfície situada a uma certa distância da fonte. Ela é a relação entre intensidade luminosa e o quadrado da distância. Unidade de medida: lux (lx).

Iluminância E
Diagrama Polar

Luminância: L
Unidade de medida: candela por metro quadrado (cd/m2). Refere-se à intensidade luminosa produzida ou refletida por uma superfície aparente.

Luminância L
Eficiência energética
Unidade de medida: lumens/watt (lm/W). É a relação entre o fluxo luminoso e a potência consumida. Uma lâmpada incandescente standard clara produz de 10 a 15 lm/W, uma fluorescente compacta DULUX® (OSRAM), de 50 a 87 lm/W, e uma lâmpada de vapor de sódio NAV® (OSRAM), de 80 a 150 lm/W.

Temperatura de cor
Unidade de medida: Kelvin (K). É a grandeza que expressa a aparência da cor da luz. Quanto mais alta a temperatura de cor, mais branca é a cor da luz. A “luz quente” é a que tem aparência amarelada e temperatura de cor baixa, 3.000K ou menos. A luz “fria”, ao contrário, tem aparência azulvioleta, com temperatura de cor elevada, 6.000K ou mais. A “luz branca natural” é aquela emitida pelo sol 
em céu aberto ao meio-dia, cuja temperatura de cor é de 5.800K.



Cor da luz
A cor da lâmpada pode ser definida em termos de temperatura de cor. Existem três principais categorias:
  1. Luz quente < 3300K
  2. Luz fria, entre 3300K e 5000K
  3. Luz do dia > 5000K
Apesar de terem a mesma cor de luz, as lâmpadas podem ter diferente reprodução de cores.



Curva de Distribuição Espectral LUMILUX® (OSRAM) Cor 840

Reprodução de cor (Ra ou IRC)
É a medida de correspondência entre a cor real de um objeto ou superfície e sua aparência diante de uma fonte de luz. A luz artificial, como regra, deve permitir ao olho humano perceber as cores corretamente, ou o mais próximo possível da luz natural. Lâmpadas com índice de reprodução 100 apresentam as cores com total fidelidade e precisão. Quanto mais baixo o índice, mais deficiente é a reprodução de cores. Os índices variam conforme a natureza da luz e são indicados de acordo com o uso de cada ambiente.

Vida Mediana
Unidade de medida: horas (h). É o número de horas resultantes, em que 50% das lâmpadas ensaiadas ainda permanecem acesas.



Fonte: Conceitos Luminotécnicos - OSRAM (hospedado na IFSC)


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